Olho, penso, reflito,
minhas lágrimas tocam o chão.
As crianças brincam na rua,
de ciranda, de roda, de pedra, de violão.
Quem dera... quem dera fossem essas as brincadeiras!
Hoje vejo crianças tristes, sorrisos tristes,
brincando de vender drogas, de ver outros morrendo ao chão.
Dos jovens entusiasmados, ensinando estas coisas: "tu sim...é o bom!"
Vejo a tristeza, das luzes fracas e frias da cidade.
De um cidadão num sonho, um ultraje
de que a vida não seja isso não!
Olho pro céu, e penso em instantes,
que sonhos constantes,
me dizem que NÃO!
Não... não é só maldade que hoje existe
nem tudo no mundo ainda é triste
e mesmo que poucas,
crianças ainda brincam de pé no chão.
minhas lágrimas tocam o chão.
As crianças brincam na rua,
de ciranda, de roda, de pedra, de violão.
Quem dera... quem dera fossem essas as brincadeiras!
Hoje vejo crianças tristes, sorrisos tristes,
brincando de vender drogas, de ver outros morrendo ao chão.
Dos jovens entusiasmados, ensinando estas coisas: "tu sim...é o bom!"
Vejo a tristeza, das luzes fracas e frias da cidade.
De um cidadão num sonho, um ultraje
de que a vida não seja isso não!
Olho pro céu, e penso em instantes,
que sonhos constantes,
me dizem que NÃO!
Não... não é só maldade que hoje existe
nem tudo no mundo ainda é triste
e mesmo que poucas,
crianças ainda brincam de pé no chão.